segunda-feira, 20 de maio de 2019

O valor dos amigos

Amigos…
Somos cercados deles durante todas as fases da nossa vida. Na infância, adolescência, na juventude, na vida adulta, depois de casados e na velhice. Amigos que ficam a vida inteira, temos amigos da igreja, da escola, da faculdade, do trabalho, da rua. Enfim, somos cercados o tempo inteiro por eles e, precisamos de amigos.

Pesquisas mostram que uma pessoa consegue fazer aproximadamente 400 amigos durante a sua vida. Desses 400, aproximadamente 30 ou 40 vivem a nos cercar e, apenas 6 se tornam íntimos os quais são chamados verdadeiros amigos. Pasmem, mas os meus verdadeiros amigos podem ser contados em apenas uma mão.
Estudos comprovam, inclusive, que pessoas que vivem cercadas de amigos tendem a sofrer menos de ansiedade e depressão. E pessoas que vivem isoladas sofrem três vezes mais o risco de uma morte prematura.
Todos nós PRECISAMOS de amigos! Nós não fomos feitos para vivermos sozinhos. Por isso, devemos levar muito a sério as nossas amizades.
A era digital está nos conectando a tudo e a todos. Ao mesmo tempo, está nos desumanizando. Em uma rede social podemos ter cinco mil amigos, mas, às vezes, não temos nenhum que nos ajude a ajuntar os cacos da nossa vida quando as coisas dão errado.
Temos centenas de pessoas nos acompanhando nessas redes, mas não temos ninguém que nos motive quando estamos abatidos, mas temos vários que curtem, comentam e compartilham aquilo que postamos. Mas, nem sempre temos aqueles que nos puxem as orelhas quando precisamos ou que nos abrace quando nós caímos. Então, por que isso acontece?

Estamos nos esquecendo que somos GENTE e, que não somos digitais.

Isso acontece porque estamos esquecendo-se de cultivar relacionamentos verdadeiros. . Não, nós não somos feitos de caracteres, mas de carne e osso, e mais, que temos uma alma, sentimentos, emoções e devemos saber como lidar com elas.
Por vezes, saímos com os nossos amigos para jantar e não desconectamos do celular. Antenados com aqueles que estão do outro lado do mundo e com isso, desconsideramos aqueles que estão ao nosso lado.
Saímos para um restaurante e, ao invés, de usufruirmos de uma boa comida e uma excelente companhia, queremos mesmo é fazer a selfie do prato para impressionar aqueles que estão longe e que não estão nem aí para nós.

Nunca conhecemos tanta gente como conhecemos hoje, mas nunca fomos tão carentes de relacionamentos como somos hoje em dia.

Sim, vivemos a geração do entretenimento, mas nunca se viu tanta gente depressiva. Somos a geração digital, das inúmeras redes de relacionamento, mas nunca fomos tão sozinhos.
Aristóteles, no século IV antes de Cristo, em sua obra ética dizia que: “a amizade é uma alma e dois corpos.” E a gente vê muito pouco disso hoje em dia. Ele também disse que amizades verdadeiras são muito mais do que aqueles que estão na nossa vida nas horas boas, os famosos, amigos das festas, ele dizia: amigos cuidam uns dos outros.
Se você chamar os seus contatos para uma conversa e um bom café, vocês não terão mais do que trinta minutos de papo, porque não possuem afinidades. Sabe o por quê? Porque você não os conhece. Eles não são seus amigos.
Onde você passa e gasta a maior parte do seu tempo? É justamente com os seus “amigos virtuais”, mas sabemos que um amigo é muito mais que um conhecido, é mais que um contato ou seguidor. Amigo é mais que um curtidor de fotos suas, é alguém que se alegra com a sua alegria e chora com a sua tristeza. Cuidado para não trocar essa ordem. Não abra as suas tristezas para quem não se alegra com as suas alegrias.
Amigo é aquele que parece que conhecemos desde sempre. Amigo que é amigo, quando o assunto acaba, o silêncio não incomoda.
Quer saber se alguém é seu amigo? Faça um teste simples. Fique em silêncio com essa pessoa. Se o silêncio causar ansiedade ou incômodo, corremos um sério risco de descobrir que esse alguém não é nosso amigo.
É com os amigos que aprendemos a diferença entre amar e gostar. Amar é querer bem, gostar é querer perto. Tem gente que eu amo, mas não quero perto. Os amigos são aqueles que amamos e gostamos, a gente os quer por perto.
O poeta Mário Quintana disse: “Existem dois tipos de chatos no mundo. Os chatos propriamente ditos e os chatos prediletos, que são os nossos amigos.”
Jesus um dia chegou para os seus discípulos e disse: “Olha gente, eu não quero chamar vocês de servos, não quero uma relação de poder e autoridade com vocês. Eu quero chamá-los de amigos”. Porque o amigo sabe o que vai fazer o outro amigo.
Se você tem um amigo, inspire-se, e mande uma mensagem para ele. Não precisamos de datas comemorativas para isso. Diga a ele o quanto lhe faz falta. E outra coisa, quem tem saudades não fica dizendo: “Qualquer dia vamos marcar alguma coisa para fazermos”, isso dizemos para colegas.
Quem tem saudades, aparece!
Invista tempo nos seus amigos.
Lembrando que você vai sentir falta de amizades verdadeiras em sua vida. Feliz é quem tem amigos para viver e conviver. Que Deus te dê sabedoria para conservar os seus.
Autor - Dione Alexsandra

terça-feira, 24 de maio de 2016

‪‎Palavra Pastoral‬

A bíblia diz que Davi era fiel apascentando ovelhas, cuidando. E diz que Deus o ungiu com poder do alto para capacitação da obra. Ninguém pode ser segundo o coração de Deus se esse mesmo Deus não habitar em sua vida em toda a plenitude. Eu creio que uma das maiores perdas da igreja hoje é a perda da plenitude espiritual. O Espírito Santo veio para ficar pra sempre conosco e nos guiar em toda a verdade. Ele nos guia. Muitas pessoas que sentam nos bancos das igrejas hoje se guiam sozinhas.
Vimos que Davi foi ungido pelo poder do ES. E quando nós não somos ungidos pelo poder do ES não temos poder contra o pecado – alegria – paz – determinação – força pra agir, pregar, testemunhar, viver aquilo já determinou pra nossa vida…

SOMOS MORDOMOS DO EVANGELHO!

Na maioria das vezes, Paulo usava as palavras mordomo (oikonomos) e mordomia (oikonomia) em relação ao Evangelho. Ele escreveu, por exemplo: "que os homens nos considerem, pois, como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios de Deus. Ora, além disso, o que se requer nos despenseiros é que cada um seja encontrado fiel" (I Cor. 4:1, 2). Mantendo o sentido básico de mordomo como administrador e despenseiro dos bens uns dos outros, Paulo está dizendo que ele e os outros ministros são administradores e proclamadores da mensagem dos atos redentores de Deus, que Deus mesmo lhes havia confiado.
Assim, como mordomos de Deus, nós devemos ser administradores responsáveis, proclamadores fiéis e testemunhas conscientes da verdade que Ele a nós tem confiado.

Aos Ministérios de Louvor das Igrejas.

1 - Uma das coisas que o Diabo mais tem raiva é ver o nosso Senhor recebendo louvor e adoração. Realmente, ele não gosta ao ver os filhos de Deus se prostrando, cantando, batendo palmas, sorrindo, tendo unidade, erguendo as mãos, fazendo gestos e além de tudo, prestando adoração a Deus!
2 - É por esta razão que muitas lutas e tribulações batem a porta de uma "equipe de louvor", pois os músicos cristãos são separados para propiciar estes momentos de adoração e louvor direto a Deus, nos cultos. Os músicos são unicamente separados para dirigir o povo no período de louvor congregacional. Assim, o Diabo tenta muitas vezes fazer um caos dentro de um grupo. Ele põe empecilhos, traz desânimo, cria pequenas confusões, tudo para haja um mal relacionamento entre os membros do ministério e conseqüentemente afetar o período de louvor e adoração congregacional.

A segurança da salvação em Cristo.

" Temos, portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto no corpo, estamos "Ausentes do Senhor; visto que andamos por fé e não pelo que vemos. Entretanto, estamos em plena confiança, preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor." 2Cor 6-8
Todo o cristão deseja Ter a certeza da salvação, ou seja: a certeza de que, quando Cristo voltar ou a morte chegar, esse cristão irá estar com o Senhor, no céu (Fp1.23). O propósito de João ao escrever esta primeira epístola é que o povo de Deus tenha esta certeza(1Jo 5.13). Note que João não declara em parte alguma da carta, uma experiência passada, ou uma fé morta. Esta epístola expõe nove maneiras de sabermos que estamos salvos como crentes em Jesus Cristo.
Temos a certeza da vida eterna quando cremos "no nome do Filho de Deus"(1Jo 5.13;4.15;5.1,5).Não há vida eterna, nem certeza da salvação, sem uma fé inabalável em Jesus Cristo; fé esta que o confessa como o Filho de Deus, enviado como Senhor e Salvador nosso.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Seminário - Mergulhando em águas profundas (Ezequiel 47)

Esse Seminário, trata-se de um estudo aprofundado acerca de Ezequiel 47
para um despertamento espiritual, levando a imersão em águas profundas
ativando e conduzindo vidas a um nível mais profundo com Deus.
Essa ativação não se trata apenas para as vidas espirituais, mas também
a ativação da vida ministerial, abrangendo a Paternidade, Alinhamento com o Reino

e o estabelecer do Governo de Deus.


Saiba como levar o Seminário em sua igreja!


Contatos: (21)96466-6287 WhatsApp
E-mail robertofamorim@gmail.com

quarta-feira, 13 de abril de 2016

SAMBALATE, TOBIAS E GESÉM: TRÊS INIMIGOS E TRÊS ARMAS A SEREM VENCIDOS.

Neemias, um judeu que servia o Imperador Artaxerxes I, voltou do exílio babilônico para reconstruir a cidade de seus pais, Jerusalém.
Lá chegando, encontrou a oposição de três homens: Sambalate, o horonita; Tobias, o amonita, e Gesém, o arábio (Neemias 2.19).
Sambalate era da cidade de Horonaim, em Moabe. Era descendente, pois, de Moabe, gerado por Ló a partir de uma relação incestuosa com sua filha mais velha. Tobias, por sua vez, era amonita, descendente de Ben-Ami, também gerado por Ló a partir também do incesto com sua filha mais nova. É bom lembrar que Ló era sobrinho de Abraão, pai do povo de Israel. Portanto, os moabitas e amonitas eram primos dos judeus.
Gesém, era um morador do deserto arábico, habitado por diversas tribos sem uma definição genealógica definida. Por isso, eram chamados de arábios, que significa “misturados”.
Satanás usou essa confederação para dissuadir Neemias da revelação que recebera de Deus para reconstruir Jerusalém: dois primos, “quase irmãos”, e um “misturado”.
Segundo a mesma passagem da Escritura, as armas usadas também foram três: a zombaria, o desprezo e a calúnia.