sábado, 5 de novembro de 2011

Plantando a Semente...


Precisamos com muita dedicação trabalharmos na seara do Senhor. Pesa sobre os nossos ombros a responsabilidade de propagar o evangelho de Cristo. Esta é a última hora. Com que nos apresentaremos diante dele?
Ageu 2:4
I – O semeador da palavra de Deus ouve o chamado do Senhor

“No segundo ano do reinado de Dario, rei da Pérsia, no primeiro dia do sexto mês, o SENHOR Deus mandou uma mensagem por meio do profeta Ageu. Essa mensagem era para o governador de Judá, Zorobabel, filho de Salatiel, e para o Grande Sacerdote Josué, filho de Jozadaque. O SENHOR Todo-Poderoso disse o seguinte: — O povo está dizendo que ainda não chegou o tempo de reconstruir o Templo” (Ag 1.1-2 ). Deus chama um profeta para despertar toda uma nação e iniciar a obra de reconstrução. Este mesmo chamado nós podemos ouvir nos dias de hoje: “a quem enviarei? e quem há de ir por nós?” No versículo 5 deste mesmo capítulo Deus fala com o profeta:
“Pensem bem no que tem acontecido com vocês” (Ag 1.5).

Hoje o Senhor nos leva a pensar no quadro em que vive a humanidade hoje! Existe um chamado para cada um de nós: É Tempo de levantar profetas neste lugar!!!

domingo, 5 de junho de 2011

Quem foi Débora?




Na época dos juízes, uma mulher chamada Débora tornou-se líder de Israel. Pelos nossos padrões, ela também era uma candidata improvável para essa tarefa tão relevante. A Bíblia fala pouco sobre suas credenciais, a não ser que era esposa e mãe (Jz 4.4; Jz 5.7), o que não a qualificava para dirigir um país. Porém, Débora tinha a mesma vantagem que Davi: ela tinha fé em Deus.

Numa época em que Israel andava aos tropeços e cada homem fazia aquilo que parecia certo aos seus próprios olhos (veja Jz 17.6; Jz 21.25), Deus escolheu uma mulher de grande fé que estava disposta a segui-lo em obediência.

As Escrituras dizem que Débora era uma profetisa, significando que Deus lhe falava e ela transmitia Sua Palavra ao povo. Ela era uma juíza, portanto, julgava as pessoas que vinham até ela para resolver suas contendas. Naturalmente, ela também era esposa e mãe.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Fazendo a diferença


II Reis 2:4-11

Há uma quantidade de cristãos nominativos, que nenhuma diferença faz a favor do Evangelho. Percebamos nas atitudes de Eliseu como um cristão pode constituir-se nalguém que faz diferença onde vive. a) Seguindo seu mestre de perto (vs. 4 e 6)

Eliseu fez questão de permanecer junto de Elias durante todo o tempo. Diferentemente dos “filhos dos profetas”, ele acompanhou seu mestre até o fim. Igualmente, o cristão autêntico, que diferencia-se neste mundo, segue Jesus de perto. Em Lucas 22, na narrativa da prisão de Jesus, no verso 54 lemos: “e Pedro seguia-o de longe”. Em seguida, o evangelista nos afirma das três negativas de Pedro para com Jesus. Hoje, muitos há que seguem Jesus de longe e o resultado disso é escândalo para o Evangelho. b) Imitando o modelo de vida de Cristo (v. 9)

Eliseu pediu “porção dobrada” do espírito de Elias. Podemos entender nisto o desejo do discípulo de ser tão ou melhor do que seu mestre. Que ousadia! Mas o desafio que a Palavra de Deus nos coloca é justamente este: imitar a Cristo, sendo dignos da nomenclatura “cristãos” (vide I Cor 11:1). “A Bíblia nos ensina a nos contentarmos com o que temos, mas nunca com o que somos” (J. Blanchard). c) Fazendo uso do poder de Cristo (v. 14)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Aspirantes ao Ministério


I Reis 19:16-21
Há de se esperar de alguém que aspira o ministério pastoral que:

a) Seja realmente chamado por Deus (v. 16)

Não é o pastor quem escolhe “ser pastor”, mas Deus quem o escolhe para esta obra. Jesus deixa claro isto em João 15:16 Vós não me escolhestes... mas eu vos escolhi a vós... O Senhor da Igreja é quem escolhe e dá o dom ao servo para exercer este ministério (Efésios 4:10 e 11). b) Seja predisposto ao trabalho árduo (v. 19)

b) Seja predisposto ao trabalho árduo (v. 19)



Elias encontrou o profeta escolhido por Deus no árduo trabalho de arar a terra. Igualmente, o ministério exige, sempre, árdua labuta. Jesus mesmo usou metáforas de trabalhos árduos para referir-se ao ministério: apascentar ovelhas, lançar mão do arado, pescar, cingir-se de madrugada, etc. Na carta-testamento de II Timóteo, o apóstolo Paulo refere-se várias vezes ao seu próprio sofrimento e conclama seu filho na fé a participar dos sofrimentos inerentes ao ministério (1:8, 12, 2:3, 4:5).

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Nossos Velhos...Eternos heróis!!!


Pais heróis e mães heroínas do lar. Passamos boa parte da nossa vida acreditando nisso.
Até que um dia o pai herói começa a passar o tempo todo sentado, resmunga baixinho e puxa uns assuntos sem pé nem cabeça.
A mãe heroína do lar começa a ter dificuldade de concluir as frases e dá de implicar com a empregada.
Aí surge a seguinte pergunta: O que meu pai e minha mãe fizeram para caducar de uma hora para outra?
Envelheceram.... Nossos pais envelhecem. Ninguém havia nos preparado pra isso.
Um belo dia eles perdem a paciência e adquirem umas manias bobas.
Estão cansados de cuidar dos outros e de servir de exemplo: agora chegou a vez deles serem cuidados e mimados por nós, nem que pra isso recorram a uma chantagenzinha emocional.
Têm muita quilometragem rodada e sabem tudo, e o que não sabem eles inventam.
Não fazem mais planos a longo prazo, agora dedicam-se a pequenas aventuras, como comer escondido tudo o que o médico proibiu.
Estão com manchas na pele. Ficam tristes de repente. Mas não estão caducos: caducos ficam os filhos, que relutam em aceitar o ciclo da vida.
É complicado aceitar que nossos heróis e heroínas já não estão no controle da situação.
Estão frágeis e um pouco esquecidos, têm este direito, mas seguimos exigindo deles a energia de uma usina. Não admitimos suas fraquezas, seu desânimo.
Ficamos irritados e alguns chegam a gritar se eles se atrapalham com o celular ou outro equipamento e ainda não temos paciência para ouvir pela milésima vez a mesma história que contam como se acabassem de tê-la vivido.
Em vez de aceitarmos com serenidade o fato de que as pessoas adotam um ritmo mais lento com o passar dos anos, simplesmente ficamos irritados por eles terem traído nossa confiança, a confiança de que seriam indestrutíveis como os super-heróis.
Provocamos discussões inúteis e os enervamos com nossa insistência para que tudo siga como sempre foi.
Essa nossa intolerância só pode ser medo. Medo de perdê-los, e medo de perdermos a nós mesmos, medo de também deixarmos de ser lúcidos e joviais.
Com todas as nossas irritações, só provocamos mais tristeza àqueles que um dia só procuraram nos dar alegrias.
Por que não conseguimos ser um pouco do que eles foram para nós? Quantas noites estes heróis e heroínas passaram ao lado de nossa cama, medicando, cuidando e medindo febres !!
E nós ficamos irritados quando eles esquecem de tomar seus remédios, e ao brigar com eles, os deixamos chorando, tal qual crianças que fomos um dia.
É uma enrascada essa tal de passagem do tempo. Nos ensinam a tirar proveito de cada etapa da vida, mas é difícil aceitar as etapas dos outros...
Ainda mais quando os outros são nossos alicerces, aqueles para quem sempre podíamos voltar e sabíamos que estariam com seus braços abertos, e que agora estão dando sinais de que um dia irão partir sem nós.
Façamos por eles hoje o melhor, o máximo que pudermos, para que amanhã quando eles já não estiverem mais aqui conosco, possamos lembrar deles com carinho, de seus sorrisos de alegria e não das lágrimas de tristeza que eles tenham derramado por nossa causa.
Afinal, nossos heróis de ontem... serão nossos heróis eternamente
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