segunda-feira, 18 de abril de 2016

Seminário - Mergulhando em águas profundas (Ezequiel 47)

Esse Seminário, trata-se de um estudo aprofundado acerca de Ezequiel 47
para um despertamento espiritual, levando a imersão em águas profundas
ativando e conduzindo vidas a um nível mais profundo com Deus.
Essa ativação não se trata apenas para as vidas espirituais, mas também
a ativação da vida ministerial, abrangendo a Paternidade, Alinhamento com o Reino

e o estabelecer do Governo de Deus.


Saiba como levar o Seminário em sua igreja!


Contatos: (21)96466-6287 WhatsApp
E-mail robertofamorim@gmail.com

quarta-feira, 13 de abril de 2016

SAMBALATE, TOBIAS E GESÉM: TRÊS INIMIGOS E TRÊS ARMAS A SEREM VENCIDOS.

Neemias, um judeu que servia o Imperador Artaxerxes I, voltou do exílio babilônico para reconstruir a cidade de seus pais, Jerusalém.
Lá chegando, encontrou a oposição de três homens: Sambalate, o horonita; Tobias, o amonita, e Gesém, o arábio (Neemias 2.19).
Sambalate era da cidade de Horonaim, em Moabe. Era descendente, pois, de Moabe, gerado por Ló a partir de uma relação incestuosa com sua filha mais velha. Tobias, por sua vez, era amonita, descendente de Ben-Ami, também gerado por Ló a partir também do incesto com sua filha mais nova. É bom lembrar que Ló era sobrinho de Abraão, pai do povo de Israel. Portanto, os moabitas e amonitas eram primos dos judeus.
Gesém, era um morador do deserto arábico, habitado por diversas tribos sem uma definição genealógica definida. Por isso, eram chamados de arábios, que significa “misturados”.
Satanás usou essa confederação para dissuadir Neemias da revelação que recebera de Deus para reconstruir Jerusalém: dois primos, “quase irmãos”, e um “misturado”.
Segundo a mesma passagem da Escritura, as armas usadas também foram três: a zombaria, o desprezo e a calúnia.

A marca do fruto

Gálatas 5:22,23

Ao permanecermos em Deus, através de Cristo, e ele em nós, somos transformados por seu Espírito Santo. Assim é gerado em nossas vidas o fruto do Espírito (João 15) em todas as suas manifestações.
O desafio é entendermos que não conseguimos produzir frutos com nosso próprio esforço, mas é Deus quem produz os frutos em nós. 


Só vou conseguir ser mais calmo se permanecer em Jesus que é manso e humilde de coração, só vou amar mais as pessoas se permanecer em Cristo que amou os seus discípulos até o fim. Cristo é a videira, o pai o agricultor e o Espírito Santo a seiva.

Dom ministerial de PROFETA.

Quando se fala em profecia, é preciso distinguir, em primeiro lugar, o sentido que assume esta palavra nas Escrituras, porquanto temos, ao longo da história da salvação, três manifestações distintas sob este nome, a saber, o ofício profético, o ministério profético e o dom espiritual de profecia.

O ofício profético inicia-se, segundo alguns, com Abraão, que é a primeira pessoa denominada de profeta nas Escrituras (Gn.20:7), mas que, segundo outros estudiosos da Bíblia, este ofício fora iniciado com Enoque, vez que Judas menciona ter ele profetizado (Jd.14). O ofício profético teve como característica principal o da revelação progressiva do plano de Deus para com o homem. 

Minha casa - lugar de Paz!


A glória desta última casa será maior do que a primeira... e neste lugar darei a paz, diz o Senhor dos Exércitos.


É de fundamental importância que a comunhão do povo de Deus seja um fator de atração diante de uma sociedade que se desintegra, que se rende às tentações enganadoras e, é para isso que a Igreja do Senhor existe, para refletir a beleza do caráter de Cristo.