sexta-feira, 1 de junho de 2012

Removendo a amargura


REMOVENDO A AMARGURA   (II Reis 2:19-22)


            Jericó era uma bela cidade, tinha de tudo para oferecer uma vida feliz aos seus habitantes.  Entretanto, seu povo era infeliz em virtude das “águas amargas”.  A Bíblia informa que suas águas eram péssimas (v. 19).  Igualmente há vidas preciosas na Igreja do Senhor que, embora agraciadas com beleza, inteligência e capacidade, padecem da “amargura de coração”.


a) Amargura: um mal que aflige crentes  
    
Convivemos em comunidade e não é raro que conflitos, desavenças, ressentimentos, se desenvolvam e contaminem o coração do crente com amargura.  Daí a Bíblia conter fatura de admoestações acerca da necessidade de “tirar do nosso meio toda amargura” (Efésios 4:31), de “não deixar que a raiz de amargura brote e contamine” (Hebreus 12:15).  O motivo pelo qual precisamos afastar a amargura de nós é claro: esterilidade.

Crentes que fazem a diferença


CRENTES QUE FAZEM A DIFERENÇA   (II Reis 2:4-11)


            Há uma quantidade de cristãos nominativos, que nenhuma diferença faz a favor do Evangelho.  Percebamos nas atitudes de Eliseu como um cristão pode constituir-se nalguém que faz diferença onde vive.


 a)  Seguindo seu mestre de perto  (vs. 4 e 6)

            Eliseu fez questão de permanecer junto de Elias durante todo o tempo.  Diferentemente dos “filhos dos profetas”, ele acompanhou seu mestre até o fim.  Igualmente, o cristão autêntico, que diferencia-se neste mundo, segue Jesus de perto.  Em Lucas 22, na narrativa da prisão de Jesus, no verso 54 lemos:  “e Pedro seguia-o de longe”.  Em seguida, o evangelista nos afirma das três negativas de Pedro para com Jesus.  Hoje, muitos há que seguem Jesus de longe e o resultado disso é escândalo para o Evangelho.

Vocacionado ao Ministério


  PRERROGATIVAS DO VOCACIONADO AO MINISTÉRIO  (I Reis 19:16-21)


Há de se esperar de alguém que aspira o ministério pastoral que:


a) Seja realmente chamado por Deus  (v. 16)
            Não é o pastor quem escolhe “ser pastor”, mas Deus quem o escolhe para esta obra.  Jesus deixa claro isto em João 15:16 Vós não me escolhestes... mas eu vos escolhi a vós...  O Senhor da Igreja é quem escolhe e dá o dom ao servo para exercer este ministério (Efésios 4:10 e 11).


 b)  Seja predisposto ao trabalho árduo  (v. 19)
            Elias encontrou o profeta escolhido por Deus no árduo trabalho de arar a terra.  Igualmente, o ministério exige, sempre, árdua labuta.  Jesus mesmo usou metáforas de trabalhos árduos para referir-se ao ministério:  apascentar ovelhas, lançar mão do arado, pescar, cingir-se de madrugada, etc.  Na carta-testamento de II Timóteo, o apóstolo Paulo refere-se várias vezes ao seu próprio sofrimento e conclama seu filho na fé a participar dos sofrimentos inerentes ao ministério (1:8, 12, 2:3, 4:5).