segunda-feira, 22 de março de 2010

Um Genuíno Avivamento.


Muitos irmãos tem demonstrado interesse na questão do avivamento e do derramamento do Espírito, e tem comentado sobre essa necessidade na Igreja, nem sempre da maneira e com a atitude correta. De fato, nós devemos querer avivamento, de todo nosso coração.
Mas logicamente, precisamos saber que tipo de avivamento queremos. Um pouco de conversa com os crentes logo trará à tona um grande número de idéias destoantes acerca da natureza de um avivamento. Para muitos, são decisões por Cristo; para outros, dons espirituais. Para outros entusiasmo, e uns pensam que é puramente santidade.
Se queremos orar e trabalhar em unidade, precisamos ter um ponto de vista definido, e para isso devemos examinar as escrituras. É o que faremos nos próximos dias; estudar o que a Bíblia diz sobre "avivamento".
Em Atos 2 encontramos o exemplo perfeito de um genuíno avivamento ou derramamento do Espírito Santo. Não pensamos que todo avivamento seria exatamente igual a esse, o que não é bíblico nem corresponde à realidade. Mas há princípios ou sinais que realmente são comuns aos outros avivamentos. Desse texto extraímos cinco sinais que vamos examinar.


O primeiro fato importante que podemos identificar quanto ao derramamento do Espírito em Pentecostes é que de não foi produzido pelo homem. Nas palavras de Lucas, “... de repente, veio do céu..."


Amados, este é realmente o ponto fundamental e nós precisamos entender corretamente o que significa. Muitas vezes encontramos irmãos preocupados com a Igreja, com o evangelismo, com o estado de mornidão e o pequeno número de conversões. E logo ficam ansiosos por descobrir o que impede a edificação da Igreja, o que é muito bom, e querem fazer algo a respeito.
Mas, o grande problema é, o que é esse algo. Em geral os crentes pensam que se certos métodos ou estratégias forem aplicados, então virá o avivamento. Uns pensam que precisamos orar mais alto; outros que devemos chamar certos preletores para a Igreja; outros que devemos iniciar um culto de libertação, ou fazer a reunião de oração de um outro jeito; há os que crêem que se tivermos certos dons espirituais, a Igreja será avivada, e os que pensam que uma série de estudos sobre avivamento é a chave correta!

Ora, não há dúvida de que cada uma dessas coisas pode ser usada por Deus para despertar e avivar a igreja. A grande falha está em não perceber que Deus não está preso a nenhum método. Deus não é um gênio dentro de uma lâmpada, que sairá se esfregarmos da maneira correta. Deus não é um poder mágico que pode ser manipulado com encantamentos e estratégias. Deus não depende da aplicação, por nossa parte, de certas técnicas espirituais.Por causa dessa visão errada, as pessoas são muitas vezes tentadas a produzir um avivamento. Se virem uma igreja entusiasmada e com cultos de libertação dirão apressadamente: "essa igreja é avivada". Se virem numa Igreja pessoas com dons especiais, e líderes carismáticos, e muitas decisões no apelo, tem certeza que acharam uma Igreja avivada. E então, erradamente, raciocinam que basta copiar os métodos daquelas Igrejas, e teremos um avivamento! "Precisamos de cultos de libertação!" ou "Precisamos mudar de liderança", ou então "Precisamos fazer cultos evangelísticos", ou "Precisamos fazer apelo no final do culto e impor as mãos sobre as pessoas". É o que vemos muitas vezes acontecendo por aí. De tempos em tempos surge um novo método e as Igrejas se agarram neles.
Imitar certas técnicas não trazem o avivamento. Porque ele vem diretamente do céus. O verdadeiro avivamento é algo que está nas mãos de Deus e não pode ser produzido por nossos métodos. Novos métodos podem até encher templos e deixar os crentes empolgados, mas isso não significa avivamento.


A incredulidade nos faz buscar novos métodos. Não cremos que Deus pode fender os céus e descer, não cremos que o próprio Deus pode nome seu braço e levantar sua Igreja. Então, o que fazemos? Corremos atrás de imitações baratas de avivamento. Oh, tal Igreja tem um culto de libertação e está crescendo muito! Tal Igreja usa grupos familiares! A prova de que essa motivação é incrédula, é que conseguimos reclamar da Igreja sem gastar horas intercedendo. Porque não esperamos em Deus, mas nos homens. Para nós, o problema é o estilo de trabalho da Igreja, ou dos pastores, que está errado. "Não falta Deus: faltam boas estratégias".
Somos como Abraão que recebeu a promessa de ter um Filho com Sara, de maneira milagrosa, mas foi vencido pela incredulidade, gerando um filho com a concubina. Ao invés de esperar em Deus, tomou a frente e agiu na carne.
Irmãos, se queremos um genuíno avivamento, temos de esperá-lo vir dos céus. Não temos que produzi-lo! Não adianta imitar avivamentos de segunda classe. Temos de ter fé e perseverança para buscar a Deus e crer que ele descerá dos céus.

Importante ainda, é notar que essa descida se deu "de repente". Não está no nosso controle. Está no controle de Deus. Não podemos "usar" o Espírito Santo. Ele vem como vento, e "o vento sopra aonde quer". Se ele quiser, ele sopra. Se ele não soprar, é porque não quis. Não podemos "programar" um avivamento; não podemos datá-lo, ele é um ato soberano de Deus.
"Mas Guilherme, do jeito que você fala não podemos fazer nada!" Não é verdade! Podemos sim. Podemos interceder, podemos nos arrepender de nossos pecados, podemos ter vida de oração, podemos ser fiéis na obra de Deus, podemos parar de acusar os líderes e tirar a trave que está nos nossos olhos, podemos amar e servir nossos irmãos ao invés de só limpar os bancos com o traseiro, e podemos nos humilhar até o pó diante da soberania absoluta de Deus na questão do avivamento, pois diz a palavra: "Deus resiste aos soberbos, porém dá graça aos humildes".


Uma experiência real com Deus

O segundo fato, muito importante, e relacionado ao primeiro, é que o avivamento Bíblico é uma experiência com Deus. A palavra diz, "Todos ficaram cheios do Espírito".
Esse é o problema com os avivamentos que encontramos por aí. Os crentes não estão buscando uma experiência pessoal e profunda com o próprio Deus. Não, eles querem ver coisas. Querem ver estudos Bíblicos excelentes; querem ver milagres; querem ver um grupo de louvor ungido; querem ver um pregador que pula, grita e levita diante o púlpito. E assim as Igrejas se parecem com campos de futebol. As pessoas não vão para jogar, vão para ver.
Ver é diferente de experimentar. Não estamos no avivamento se podemos ver milagres. Judas viu milagres. Estamos num avivamento se estamos sendo cheios do Espírito Santo! Estamos num avivamento se temos nos encontrado com o próprio Deus vivo, se experimentamos uma relação viva e atual com ele.
É por isso que muitos "avivamentos" por aí são questionáveis. Multidões são muitas vezes mobilizadas. Até acontecem milagres. Mas eu pergunto: as pessoas estão sendo levadas a Deus, e realmente sendo cheias do Espírito?


As pessoas estão entrando num relacionamento vivo e pessoal com o Pai? As pessoas estão sendo controladas pelo Espírito, estão perdendo suas e vivendo para ele? Se não, então não temos avivamento. Temos um movimento religioso. Pode ser um importante esforço evangelístico, mas não é um derramamento do Espírito! Não adianta simplesmente imitar essas coisas. Se quisermos um avivamento genuíno, devemos esperá-lo vir diretamente dos céus!


Experiência comunitária

A terceira característica do avivamento genuíno é que ele é uma experiência de Corpo, ou comunitária. As línguas de fogo pousaram "sobre cada um deles" e então "todos ficaram cheios".
Essas expressões, "cada um" e "todos" nos dizem muita coisa sobre a vontade de Deus. Deus não quer se expressar através de apenas alguns indivíduos; Deus quer o corpo. Ele quer usar toda a Igreja. Todos são sacerdotes. Não há lugar para estrelas na nova aliança.
Essa é, no entanto, a tentação de muita gente. O que os crentes esperam, não raramente, é um derramamento do Espírito no modelo do AT. O que eles esperam é que Deus de repente irá levantar um "Moisés" ou um "Josué", um profeta que será cheio do Espírito para conduzi-los à terra prometida.

Nesse modelo, não são todos cheios do Espírito. Só os líderes. Eles devem ser ungidos e santos. Nós não. Nós somos os seguidores. Vamos atrás e recebemos as bênçãos. E ai desse Moisés se ele não abrir o mar vermelho! Vamos apedrejá-lo.
Sem dúvida, Deus pode levantar um líder assim, mas isso não é avivamento. Isso não cumpre o propósito de Deus; porque o propósito de Deus é a Igreja, o corpo. O avivamento pessoal, individual é possível e desejável, mas não é o que aconteceu em Atos capítulo 2! O avivamento da Igreja não é um punhado de líderes ungidos e um monte de seguidores. Não! O avivamento Bíblico da Igreja é um corpo de pessoas cheias do Espírito Santo. Não poucos, mas cada um. Cada crente cheio, fortalecido e ungido com o Espírito. Não um profeta Moisés que anda com Deus enquanto os outros assistem, mas uma companhia de discípulos cheios do Espírito, tanto líderes como liderados.


Vossos Filhos Profetizarão!

A Quarta característica do avivamento Bíblico é a experiência carismática, ou seja, a manifestação de dons espirituais. Como se pode verificar nos Vs. 3 e 4, no momento do derramamento do Espírito, ocorreu uma distribuição de graça. Sobre cada um repousou uma língua de fogo, e depois eles foram capacitados a falar em línguas.
Mais à frente, Pedro cita o profeta Joel "Vs. 17-19".
No antigo testamento, a capacitação para a obra de Deus, e a concessão de dons espirituais se limitava a alguns homens escolhidos, profetas, reis, sacerdotes e juizes. O povo em geral não experimentava o derramamento do Espírito. Mas a promessa de Deus, para a nova aliança, é que o Espírito seria dispensado a todos, e os dons espirituais também.
Uma característica fundamental do derramamento do Espírito é a distribuição de dons espirituais a todos os crentes. Cada um é capacitado por Deus para servir com um ou mais carismas, que podem ser tanto dons especiais (1 Co 12) como ordinários (Rm 12).

Entretanto, é preciso novamente adotar o modelo correto quanto à distribuição de dons espirituais. O modelo de poucos líderes com dons espirituais e uma massa de espectadores é da velha aliança. O que Joel diz da nova aliança, é que todos devem Ter dons. É o que Paulo nos ensina em 1 Co 12:7-11 e 14:26. Os dons estão distribuídos entre todos, e não para algumas estrelas. A distribuição livre de dons, e a manifestação do Espírito é um sinal de avivamento genuíno.


Ardor Missionário

A Quinta e última característica de um genuíno avivamento, conforme o que lemos em At 2 é sua natureza missionária. Raramente nos damos conta disso, mas a distribuição de línguas em At 2 foi um milagre transcultural.
O Dom de línguas não é, em geral, compreensível. O próprio Paulo ensina que só deve ser usado na Igreja com interpretação. Mas o que se observa em At 2 é que as línguas faladas eram a dos estrangeiros que estavam em Jerusalém (Vs. 5-12). Isso mostra o desejo de Deus de alcançar essas pessoas de outras nações.
Jesus já havia dito que a finalidade do poder do Espírito desce sobre nós, somos transformados em testemunhas, capacitadas para falar a Palavra. É o que aconteceu em At 2; depois da pregação de Pedro, converteram-se 3000. Mais à frente, vemos os crentes orando e sendo cheios do espírito, e assim capacitados a pregar (4:31), e por todo o livro de Atos, o Espírito move a Igreja a evangelizar e fazer missões. O coração do Espírito Santo é missionário, e a igreja dos primeiros tempos era marcada pelo ardor missionário. Se ele se derramar sobre nós, então nos tornaremos missionários! Uma Igreja avivada é uma Igreja que tem sede de evangelizar e tem compaixão pelos que se perdem. Uma Igreja avivada não está preocupada com banalidades, mas com a missão. Muitos crentes querem o poder do Espírito para ver milagres, não para salvar almas. Querem receber bênçãos, mas não ser uma bênção. Tudo isso apaga o Espírito, porque seu propósito é salvar e edificar almas. Evangelismo e missões são uma marca indispensável do avivamento genuíno.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Pecados escondidos... Um grande problema!!!!!



A chegada de Israel deixou os povos da região com medo. Os escravos que saíram do Egito 40 anos antes estavam reduzindo a nada todos os reis e exércitos que ousavam desafiá-los. Agora, esta grande ameaça chegou à terra de Canaã. Chegaram à terra conduzidos por Josué, o líder escolhido pelo próprio Deus. Entraram por um milagre. Quando os sacerdotes chegaram à beira do rio Jordão, as águas pararam e o povo atravessou em terra seca. Uma vez que entraram na terra, os israelitas esperaram antes de começar suas conquistas. Primeiro, eles se dedicaram ao Senhor através da circuncisão. Depois, participaram da Páscoa, uma festa de grande importância. Leia os detalhes nos primeiros cinco capítulos do livro de Josué.


A batalha contra Jericó (Josué 6)

O povo de Israel, guiado por Deus, iniciou uma série de batalhas, atacando a cidade de Jericó. Era uma cidade grande e bem fortificada, e a estratégia usada por Josué não fazia nenhum sentido em termos militares. Mas, quando o povo obedeceu a Deus e marchou ao redor da cidade 13 vezes, tocou as trombetas e gritaram, as muralhas da cidade caíram. Eles tomaram a cidade com facilidade inédita, e os habitantes das outras cidades da terra ficaram aterrorizados.


A batalha contra Ai (Josué 7:1-12)

A cidade de Ai, o segundo alvo do exército israelita, seria uma vitória fácil. Espiaram a cidade e a acharam fraca e pequena. Josué mandou apenas 3.000 soldados, esperando uma vitória rápida. Ninguém acreditou quando os cidadãos de Ai se defenderam. Os soldados de Israel viraram as costas e fugiram. 36 homens morreram na batalha, e o povo de Israel foi totalmente abalado pela derrota inesperada. Josué e os anciãos de Israel buscaram uma explicação de Deus. Não era somente o povo que foi envergonhado pelo inimigo, Josué afirmou, mas o próprio nome de Deus seria blasfemado pelos inimigos. A resposta de Deus foi rápida e direta: Israel pecou e, por isso, perdeu a batalha. Mais ainda, Deus prometeu que continuariam perdendo suas batalhas enquanto o pecado continuasse no meio do povo.


O pecado descoberto e removido (Josué 7:13-26)

Deus ordenou que Josué convocasse o povo, no dia seguinte, para descobrir o pecador no seu meio. Acã, um dos soldados da tribo de Judá, havia desrespeitado a palavra de Deus durante a batalha de Jericó (veja Josué 6:18-19). Em vez de destruir as coisas proibidas e entregar os metais preciosos para o tesouro de Deus, ele levou algumas coisas para a tenda dele. Acã escondeu uma capa babilônica, um pouco mais de 2 kg de prata e cerca de 500 gramas de ouro. A conseqüência era gravíssima. Além dos 36 homens mortos na batalha, Acã, toda a sua família e todas as suas posses foram destruídas.


A segunda batalha contra Ai (Josué 8)

Uma vez que o pecado foi removido, o exército de Israel voltou à batalha. A segunda batalha foi bem diferente. Deus acompanhou o povo e entregou aquela cidade, com todos os seus 12.000 moradores, nas mãos dos israelitas. Por meio dessas duas batalhas, Deus deixou bem claro que as conquistas em Canaã não seriam alcançadas por causa da força militar do povo, mas através da fidelidade espiritual. Deus entregaria os inimigos aos israelitas fiéis, ou entregaria os israelitas infiéis aos inimigos. Tudo dependia da obediência do povo.

Lições para nós

A derrota de Israel em Ai serve como um exemplo importante para nós. O pecado escondido de uma pessoa custou dúzias de vidas e ameaçou o bem-estar de uma nação inteira. Considere estas lições:


A importância da obediência - Podemos imaginar Acã ou outros israelitas tentando justificar seu pecado. Um pouco de ouro ou prata faz mal? Tem alguma coisa errada em possuir uma capa importada? O problema não está na coisa em si, mas no fato que Deus havia proibido que os israelitas tomassem qualquer coisa de Jericó. Hoje, pode ser que você não entenda o porquê de algumas regras que Deus nos deu. Faz mal satisfazer algum determinado desejo da carne? Tem problema em tomar uma cervejinha de vez em quando? Prejudica alguém assistir filmes com cenas de sexo? Faz mal alugar fitas pornográficas ou comprar revistas pornográficas? Por que não furtar um pouquinho de dinheiro quando ninguém sentirá falta? Uma mentirinha de vez em quando vai causar problemas? Tais coisas foram proibidas porque Deus falou. Mesmo se não entendermos os motivos dele, devemos respeitar as suas regras (1 João 3:3-10).


O perigo do pecado escondido - Muitas pessoas pensam que o pecado oculto não prejudica ninguém. O caso de Acã mostra que o pecado escondido pode prejudicar muitas pessoas. Acã conseguiu esconder seu pecado de todos, mas Deus o viu (veja Hebreus 4:13 e Efésios 5:11-13). Pense sobre algumas conseqüências do pecado oculto:

· O pecado escondido tormenta a consciência. A criança com a consciência pesada treme quando os pais a chamam. Provérbios 28:1 diz que o pecador reage da mesma forma: "Fogem os perversos, sem que ninguém os persiga; mas o justo é intrépido como o leão."

· O pecado oculto pode trazer conseqüências terríveis. Por causa do pecado de Acã, 36 famílias enterraram seus filhos, pais e maridos. O povo foi envergonhado, perdendo uma batalha para um inimigo fraco. Será que outras pessoas, até entes queridos, sofrerão por causa do seu pecado escondido? Será que seu erro oculto levará outras pessoas à morte? Um exemplo mostrará que tais conseqüências são possíveis hoje em dia: Quantas mulheres inocentes têm morrido de AIDS por causa do pecado "escondido" do próprio marido?

· A iniqüidade escondida destrói o espírito. Considere três versículos do Novo Testamento. Tiago 4:1 fala sobre os "prazeres que militam na vossa carne". É linguagem de guerra, que implica a possibilidade de perder e morrer. 1 Pedro 2:11 explica melhor quando cita "Paixões carnais, que fazem guerra contra a alma". Quando deixamos os desejos da carne dominar as nossas vidas, estamos destruindo a própria espiritualidade. Hebreus 12:17 mostra que podemos ficar tão cauterizados no pecado a ponto de não conseguirmos voltar, arrependidos, para Deus.

Como devemos lidar com pecados escondidos?
As Escrituras mostram a necessidade de certas atitudes para se livrar do erro oculto. Considere estes princípios bíblicos e faça as mudanças necessárias na sua própria vida:

Tem que parar de se enganar e reconhecer que o seu pecado escondido está errado - Uma das defesas mais antigas do pecador é de negar o fato do pecado. Se você consegue se persuadir que seu hábito não é pecaminoso, a consciência não vai doer tanto. Mas o padrão que define o pecado é a palavra de Deus, não os desejos e opiniões do homem: "... o pecado é a transgressão da lei" (1 João 3:4). "Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte" (Provérbios 14:12). Podemos fechar os olhos à verdade e recusar ouvir a palavra de Deus, mas tal rebeldia não mudará nem um "i" da verdade revelada. "O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável" (Provérbios 28:9).

É necessário arrepender-se - O homem procura maneiras suaves de tratar o problema do pecado, mas Deus não as aceita. Ele exige o arrependimento verdadeiro, nascido da tristeza segundo Deus (2 Coríntios 7:10). "O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia" (Provérbios 28:13). Para ficar livres do pecado, temos que deixá-lo.


Precisa pedir perdão a Deus - O perdão divino é condicionado na confissão do pecador. João escreveu para cristãos que, como todos, tinham seus defeitos. Mas ele não minimizou o problema do pecado. "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9; veja, também, Atos 8:20-23).


Se não consegue vencer o pecado sozinho, procure a ajuda de alguém. O Diabo utiliza bem a vergonha do ser humano. A tendência é de pensar assim: "Não posso falar com ninguém, porque outras pessoas vão pensar mal de mim, perder respeito por mim, ou falar para todo mundo sobre o meu problema." É normal sentir vergonha quando revelamos nossas fraquezas e pecados a outros. Quando nos abrimos, tornamos vulneráveis e sentimos desprotegidos. Mas, não seria melhor arriscar a vergonha agora do que passar eternidade banido da presença de Deus (2 Tessalonicenses 1:7-8). Se você não consegue se livrar dos seus hábitos pecaminosos sozinho, peça ajuda. Tiago 5:16 mostra que confessamos nossos pecados a outros porque queremos ser curados: "Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo." No mesmo contexto (5:14), Tiago diz que os doentes (a mesma palavra, usada outras vezes no Novo Testamento, se refere a pessoas espiritualmente doentes) devem chamar os presbíteros da igreja, os homens responsáveis por instruir e corrigir os cristãos.


Entenda que, mesmo depois de ser perdoada pelos pecados do passado, uma pessoa pode sofrer conseqüências do erro. Davi se arrependeu e foi perdoado depois de cometer adultério e matar o marido da amante (2 Samuel 12:13-14), mas ainda perdeu o filho que nasceu e, depois, mais três filhos. Hoje em dia, há pessoas que morrem de câncer porque fumavam escondidas. Algumas pessoas que nunca revelaram seus problemas com bebidas alcoólicas sofrem, depois, de doenças do fígado. A fornicação e o adultério são descobertos, em alguns casos, por causa de gravidez ou doenças sexualmente transmitidas. Muitas vezes, essas conseqüências vêm depois da pessoa se arrepender e ser perdoada.


Conclusão: dominando o pecado
Quando a oferta de Caim foi rejeitada por Deus, ele ficou irado. Deus falou com ele, e o avisou da mesma batalha que acontece na vida de cada um de nós: "Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo" (Gênesis 4:7). Sabemos o que Caim fez quando enfrentou esse desafio. Nós, pela graça de Deus, podemos fazer melhor (Romanos 6:12-14; Colossenses 3:1-3; Hebreus 2:18).

Que Deus nos abençoe e nos ajude na batalha contra o pecado.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Está no deserto? Então pare de murmurar...


Está no deserto? Então pare de murmurar.


Murmurar→ dicionário Aurélio.


1) Emitir (som leve, frouxo).

2) Dizer em voz baixa; segredar.

3) Censurar ou repreender disfarçadamente e em voz baixa

4) Dizer mal; maldizer; conceber mau juízo.

5) Falar (contra alguém ou algo); criticar.

6) Conversar, difamando ou desacreditando.

7) Produzir murmúrio ou sussurro; sussurrar.

8) Soltar queixumes; lastimar-se em voz baixa; resmungar, resmonear.


Hoje nós vamos falar sobre murmurar.

Muitas vezes quando as coisas não saem do jeito que queremos e não entendemos o propósito de Deus, começamos a reclamar, é aí que erramos, pois reclamar não vai resolver o problema, não é assim que recebemos a vitória.

Lembra do povo que passou quarenta anos no deserto por causa disso?

Tem gente que murmura por costume, já esta acostumado e reclamar de tudo, e de todos, nada está bom pra aquela pessoa.

Vamos entender o que acontece quando murmuramos;


*Quando murmuramos, deixamos de dar testemunho, como cristãos.

*Quando começamos a murmurar é sinal de que estamos duvidando de Deus.

*Quando murmuramos damos brecha para o inimigo, e é isso que ele quer.

*Quando murmuramos é porque a nossa fé esta fraca.

*Quando murmuramos saímos da presença de Deus, pois sua palavra nos diz claramente á respeito disso, isso não agrada a Deus.


E o que nos leva a murmurar?

*A ansiedade

*A falte de fé

*Falta de sabedoria

*Falta de esperança (esperar com paciência)

*Falta de conhecimento da Palavra de Deus.


Geralmente quando murmuramos nos esquecemos que o Deus que servimos é capaz de fazer muito mais do que pedimos, ou pensamos.

Ele sabe das nossas necessidades e o que é melhor para nós, não adianta reclamar, acredite, não é a solução.

Deus tem o melhor e se alguma coisa não deu certo é porque Deus não quis assim, pois tudo o que acontece é permissão de Deus, nada acontece sem a permissão de Deus.


Você se lembra da história de Jô? Perdeu tudo o que tinha ele poderia ter blasfemado como disse sua mulher, quando gritou; ?amaldiçoa este Deus e morre?. Porém Jô, não fez assim. Ele permaneceu fiel, mais do que isso, foi difícil para ele mais ele adorou ao senhor, ele adorou, é aí que está o segredo.

E Deus deixou que o inimigo roubasse seus bens, Deus deixou que o inimigo o ferisse com chagas, e matasse os seus filhos. Mais ele não abriu mão de louvar ao senhor, Jô permaneceu fiel ao senhor.

Paulo e Silas na prisão, o que eles fizeram? Eles louvaram ao senhor apesar de estarem presos, acorrentados, ele não abriram mão do louvor, os outros prisioneiros os escutavam e certamente não entendiam como podiam estar cantando e por volta da meia noite, houve um terremoto tão grande que eles foram libertos, as correntes caíram, e eles saíram, foi assim que Deus os libertou, foi através do louvor.


A lição que podemos tirar disso é que devemos permanecer firmes, haja o que houver devemos louvar ao senhor, nos momentos de lutas e de vitórias, pois nosso Deus é fiel, ele cumpre o que diz e depois Jô recebeu do senhor a prosperidade.


Hoje é dia de louvar ao senhor, pois creio que grandes coisas o senhor fará por nós, mesmo que pareça difícil, mesmo que haja barreiras, lutas, adversidades, O que realmente importa é que Deus esta conosco, ele esta a nossa frente, pronto para nos guiar, pronto para nos proteger, ele é nosso pai, e assim como um pai ama seu filho e quer protege-lo ele também quer, ele também quer nos proteger, nos ajudar, o nosso Deus nos ama, ele provou isso quando deu seu único filho, para que hoje pudéssemos ser livres sem nenhuma condenação. Eu sei que é difícil não reclamar, ainda mais quando tudo parece difícil, quando parece que nada esta acontecendo, muitas vezes aos nossos olhos não vemos nada, mais nos não precisamos ver e sim crer, Deus esta no controle de tudo, deixa ele cuidar da tua vida, deixa ele fazer o melhor para você e comece também a fazer o melhor para ele, isto é, louvando, adorando engrandecendo o seu nome, em vez de murmurar vamos louvar ao nosso Deus.


Quando tudo parece difícil e sem saída , quando não há o que fazer, é aí que devemos levantar as nossas mãos para o céu e louvar ao senhor.

Entregue a tua vida aos cuidados do senhor, nós sabemos que muitas são as nossas aflições, mais o senhor nosso Deus tem poder para nos livrar, para salvar e libertar. E é difícil também não ficarmos ansiosos, é muito difícil, mais devemos descansar em Deus e confiar, basta confiar, nesse Deus que tudo pode.


Como cristãos muitas vezes somos também perseguidos mais Cristo também foi, ele foi perseguido e humilhado, mesmo assim não reclamou ele também foi fiel até o fim, e a morte não o venceu, pois ele vive e reina e esta pronto para ouvir as nossas orações, nos perdoar, nos salvar. Por isso vamos glorificar ao nosso Deus, não deixe as adversidades acabar com a sua alegria, matar a sua fé, os seus sonhos vamos adora-lo, pois é nas lutas que ficamos mais perto de Deus, é nesses momentos que podemos nos achegar, ter mais comunhão com o nosso pai, conversar com ele, sentir o espírito santo nos consolar, temos total liberdade de falar com Deus. Descansar em Deus, estar no centro de sua vontade. Mesmo se não entendermos o propósito de Deus, mesmo se não compreendermos o porque do silêncio, vamos permanecer fiéis, confiar, esperar, vamos louvar ao nosso Deus e no tempo certo nossa vitória vai chegar. Lembre-se que Deus sabe os desejos do teu coração, comece hoje a conversar com ele, e entregar o teu futuro a ele, pois nosso futuro a Deus pertence, somente a ele. E tenha uma vida de comunhão com ele. Comece a dedicar a sua vida a Deus, e quando você menos esperar você vai ver a glória do senhor.


Mesmo sem entender o propósito de Deus devemos ser fiéis a ele, pois ele sabe o que é melhor para nós, entregue a Deus tua vida, tua casa, tua família, entregue tudo nas mãos de Deus, tente não murmurar mais, mesmo que seja difícil, mais sua vida vai mudar, você vai ver.


E para sua meditação;


Mateus capítulo 8 versículo 26 - E ele disse-lhes: porque temeis homens de pouca fé? Então, levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e seguiu-se uma grande bonança.


Hebreus capítulo 11 versículo 1 - Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem.


Salmos 121 versículo 1-2 - Levantarei meus olhos para os montes, de onde vem o meu socorro?2 O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra.


MEDITEM!!!!