quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Lei que ampara visita pastoral aos hospitais

LEGISLAÇÃO QUE AMPARA O PASTOR À ASSISTÊNCIA RELIGIOSA EM HOSPITAIS PARTICULARES E PÚBLICOS

Artigo 5º, inciso II, CF.
“Ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei”.

Comentários:

1) Somente haverá proibição para o pastor adentrar à um hospital se for expressamente proibida através de lei.
2) O hospital deverá exibir a lei proibitiva.
Caso haja (o que atualmente não há) alguma lei proibitiva do pastor adentrar a qualquer hospital, estará essa lei infringindo norma Constitucional, portanto será, a referida lei, manifestamente inconstitucional, com base no artigo 5º, inciso VII, da Constituição Federal.

Artigo 5º, inciso VII, CF.
“É assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva”.

Comentários:
1) Neste dispositivo da constituição federal fica claro o direito constitucional de o pastor adentrar aos hospitais para dar assistência religiosa.
2) A Lei 9.982, de 14.7.2000, é o dispositivo de legislação infraconstitucional que regulamenta as visitas em hospitais.
Inclusive os hospitais militares estão obrigados a permitir a assistência religiosa.

Lei 9.982, de 14.7.2000.
 

domingo, 16 de dezembro de 2012

Bíblia Gay, o cúmulo do absurdo.


Ativistas lançam Bíblia gay para desmistificar a homossexualidade  
  Ativistas lançam Bíblia gay para desmistificar a homossexualidade 
Após centenas de debates entre a comunidade LGBT e os evangélicos sem uma solução definitiva, um grupo de ativistas decidiu publicar a primeira “Bíblia Gay”.
A homossexualidade continua a ser uma questão amplamente debatida e a Bíblia tradicionalmente é vista como um documento que condena a relação sexual de pessoas do mesmo sexo. Por isso, alguns editores anônimos afirmam que chegou a hora de reinterpretar as Escrituras para criar uma tradução favorável a gays e lésbicas.
Ela é chamada de “Bíblia Rainha James”, pois segundo o grupo responsável pela sua edição, o Rei James da Inglaterra, que autorizou a primeira tradução para o inglês mais de 400 anos atrás, seria gay.
“A Bíblia Rainha James resolve quaisquer interpretações homofóbicas da Bíblia, mesmo assim sabemos que a Bíblia ainda está cheia de contradições”, diz o website que promove a publicação. “Não há Bíblia perfeita. Esta também não é. Nós queríamos fazer um livro cheio da palavra de Deus, que ninguém poderia usar para condenar incorretamente os filhos de Deus que nasceram LGBT, e conseguimos. ”

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Você tem sido perseguido?

A natureza da Perseguição

O que é perseguição? A perseguição é uma das tribulações que pode nos sobrevir durante nossa caminhada cristã na terra. Para entender o que ela significa, precisamos atentar para a palavra que Jesus usou. Jesus usa o verbo perseguir duas vezes em nosso texto (perseguidos; perseguem). A palavra que ele usa transmite a idéia de buscar com diligência e empenho alguém ou alguma coisa. No sentido positivo, a Bíblia exorta o crente a perseguir (buscar com toda dedicação) o amor, a santificação e a justiça (I Co. 14.1; Hb. 12.14; 2Tm. 2.22). O mesmo verbo também é usado na Bíblia no sentido negativo e, nesse sentido transmite a idéia de “alguém ser buscado para receber maus tratos, ser atormentado ou afligido por alguma causa”. Jesus usa o termo neste sentido. Observe que o crente, por perseguir a vida cristã em virtude do seu amor por Cristo, será perseguido. Tal perseguição aos cristãos pode ocorrer de diversas maneiras:



sexta-feira, 1 de junho de 2012

Removendo a amargura


REMOVENDO A AMARGURA   (II Reis 2:19-22)


            Jericó era uma bela cidade, tinha de tudo para oferecer uma vida feliz aos seus habitantes.  Entretanto, seu povo era infeliz em virtude das “águas amargas”.  A Bíblia informa que suas águas eram péssimas (v. 19).  Igualmente há vidas preciosas na Igreja do Senhor que, embora agraciadas com beleza, inteligência e capacidade, padecem da “amargura de coração”.


a) Amargura: um mal que aflige crentes  
    
Convivemos em comunidade e não é raro que conflitos, desavenças, ressentimentos, se desenvolvam e contaminem o coração do crente com amargura.  Daí a Bíblia conter fatura de admoestações acerca da necessidade de “tirar do nosso meio toda amargura” (Efésios 4:31), de “não deixar que a raiz de amargura brote e contamine” (Hebreus 12:15).  O motivo pelo qual precisamos afastar a amargura de nós é claro: esterilidade.

Crentes que fazem a diferença


CRENTES QUE FAZEM A DIFERENÇA   (II Reis 2:4-11)


            Há uma quantidade de cristãos nominativos, que nenhuma diferença faz a favor do Evangelho.  Percebamos nas atitudes de Eliseu como um cristão pode constituir-se nalguém que faz diferença onde vive.


 a)  Seguindo seu mestre de perto  (vs. 4 e 6)

            Eliseu fez questão de permanecer junto de Elias durante todo o tempo.  Diferentemente dos “filhos dos profetas”, ele acompanhou seu mestre até o fim.  Igualmente, o cristão autêntico, que diferencia-se neste mundo, segue Jesus de perto.  Em Lucas 22, na narrativa da prisão de Jesus, no verso 54 lemos:  “e Pedro seguia-o de longe”.  Em seguida, o evangelista nos afirma das três negativas de Pedro para com Jesus.  Hoje, muitos há que seguem Jesus de longe e o resultado disso é escândalo para o Evangelho.

Vocacionado ao Ministério


  PRERROGATIVAS DO VOCACIONADO AO MINISTÉRIO  (I Reis 19:16-21)


Há de se esperar de alguém que aspira o ministério pastoral que:


a) Seja realmente chamado por Deus  (v. 16)
            Não é o pastor quem escolhe “ser pastor”, mas Deus quem o escolhe para esta obra.  Jesus deixa claro isto em João 15:16 Vós não me escolhestes... mas eu vos escolhi a vós...  O Senhor da Igreja é quem escolhe e dá o dom ao servo para exercer este ministério (Efésios 4:10 e 11).


 b)  Seja predisposto ao trabalho árduo  (v. 19)
            Elias encontrou o profeta escolhido por Deus no árduo trabalho de arar a terra.  Igualmente, o ministério exige, sempre, árdua labuta.  Jesus mesmo usou metáforas de trabalhos árduos para referir-se ao ministério:  apascentar ovelhas, lançar mão do arado, pescar, cingir-se de madrugada, etc.  Na carta-testamento de II Timóteo, o apóstolo Paulo refere-se várias vezes ao seu próprio sofrimento e conclama seu filho na fé a participar dos sofrimentos inerentes ao ministério (1:8, 12, 2:3, 4:5).

domingo, 27 de maio de 2012

Evangelismo, como evangelizar?

Evangelismo é para ser realizado conforme as instruções Bíblicas e princípios Bíblicas.

I. Vida nova é produzida por Deus (Tiago 1:18).

1. Conversão e regeneração são conseguidos pela verdade da Palavra de Deus.
2. O evangelista é só o pregador da verdade.

II. O Espírito Santo é o agente que produz conversão.

1. Confia no Espírito Santo para contristar, convençer, e converter por meio da iluminação da Palavra de Deus.
2. Ora à Deus por Sua direção, participação, e poder.

III. O poder da nova vida é a Palavra de Deus – o Evangelho (Tiago 1:18, 21).

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

O Profetismo no Antigo Testamento


Com os profetas, o Antigo Testamento alcança o ápice, seja como valor espiritual absoluto, seja como preparação para o Novo Testamento. Os profetas eram homens que Deus investia diretamente do seu espírito para uma missão espiritual no seio do seu povo, em tempos de perigo ou de necessidade religiosa e moral. Tornavam-se assim, guias espirituais do povo de Israel, pelo mesmo titulo com que outrora os juizes suscitados por Deus, eram os chefes políticos e militares, os libertadores no tempo de aflição.
Embora tenha havido pessoas dotadas de espírito profético desde as origens do povo hebreu (cf. Gên. 20:7; Núm. 11:25-26; Dt. 34:10), contudo, somente a partir de Samuel esses homens inspirados por Deus, e por ele enviados ao povo sucedem-se com tal freqüência, que chegam a formar uma cadeia ininterrupta durante cerca de seis séculos (aproximadamente desde 1050 a 450 a.C., Cf. 1 Sam. 3:1).
Considerando o exercício do ministério profético, este longo intervalo de tempo divide-se em dois períodos sensivelmente iguais. Nos três primeiros séculos, isto é, até por volta de 750 a.C. temos os profetas de ação, como, por exemplo, Elias (1Rs-2Rs 2), que pregam energicamente, mas não escrevem, ao passo que os profetas escritores viveram todos nos séculos seguintes: são os profetas cujos vaticínios ou mensagens nos foram transmitidos por escrito. Estes últimos costumam-se dividi-los, com base na extensão de seus escritos, em duas categorias: Profetas Maiores e Menores. Os primeiros são, por ordem cronológica, Isaías, Jeremias, Ezequiel e Daniel (sobre este último, porém, confronte-se a introdução ao seu livro). Os Menores, em número de doze, foram por algum tempo reunidos num só volume, em ordem aproximadamente cronológica, ou, ao menos, na que era julgada tal.
Objeto da pregação tanto dos profetas de ação como dos escritores, era defender a pureza do monoteísmo javista contra as contaminações ou infiltrações idolátricas, concitar o povo à santidade dos costumes, exigida pela lei divina, combater as desordens sociais, principalmente a opressão dos humildes, opor-se ao formalismo religioso, inculcando o primado do espírito interior sobre os ritos externos, anunciar a cada cidadão e a toda a nação os tremendos castigos de Deus, em conseqüência das culpas cometidas, como também oferecer a perspectiva de um futuro melhor, fruto do arrependimento, porvir radioso, o mais das vezes compendiado em termos esperançosos e genéricos de paz e de salvação.