terça-feira, 11 de novembro de 2014

A PROVIDÊNCIA DIVINA (II Reis 4:1-7)

          Quantos de nós, crentes, podemos testemunhar de como Deus é fiel em suprir nossas necessidades? Posso me lembrar de inúmeras vezes quando provei de quão fiel é Deus em suas promessas e digo “amém” à observação de Davi: “nunca vi desamparado o justo, nem a sua descendência a mendigar o pão” (Salmo 37:25). Neste episódio do ministério de Eliseu encontramos um exemplo de como Deus age para sustentar seus servos.

O sustento dos servos do Senhor é garantido (v. 1)

            Aquela mulher viúva de um “filho de profeta” e seus dois filhos puderam recorrer a Eliseu na certeza de que seriam socorridos. Afinal, o chefe daquela família fora homem temente a Deus, um servo do Senhor. E a Bíblia diz que Deus cuida daqueles que a Ele servem e nele confiam (vide Mateus 6:25-31, 10:29-31). A oração é nosso recurso para encontrar auxílio divino (João 14:13, Filipenses 4:6). Há um elemento fundamental para gozar da providência divina, sem ele as bênçãos ficam impedidas de nos alcançar: a fé.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

O QUE É SANTIFICAÇÃO?

"Nessa vontade é que temos sido SANTIFICADOS, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas." Hebreus 10.10

O QUE É SANTIFICAÇÃO? O mais profundo significado de santificação encontramos em Hebreus 13.12: "Por isso foi que também Jesus, para santificar o povo, pelo seu próprio sangue, sofreu fora da porta."
E então segue a exortação para santificação: "Saiamos, pois, a ele, fora do arraial, levando o seu vitupério!" Jesus saiu para santificar. Nós precisamos sair até Ele para sermos santificados.
A pergunta em primeiro lugar é essa: você está disposto a ser santificado, disposto a ser separado do mundo para ser só de Jesus? É desejo seu abandonar pessoas, propriedades e coisas a fim de ser totalmente unido a Jesus?

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Quem é meu próximo?

Quem é o meu próximo? Jesus prosseguiu, dizendo: Certo homem descia de Jerusalém para Jericó  e veio a cair em mãos de salteadores, os quais, depois de tudo lhe roubarem e lhe causarem muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o semimorto.  Casualmente, descia um sacerdote  por aquele mesmo caminho  e, vendo-o, passou de largo Semelhantemente, um levita  descia por aquele lugar e, vendo-o, também passou de largo.     
Certo samaritano, que seguia o seu caminho, passou-lhe perto e, vendo-o, compadeceu-se dele. E, chegando-se, pensou-lhe os ferimentos, aplicando-lhes óleo e vinho; e, colocando-o sobre o seu próprio animal, levou-o para uma hospedaria e tratou dele.


 No dia  seguinte, tirou dois denários e os entregou ao hospedeiro, dizendo: Cuida deste homem, e, se alguma coisa gastares a mais, eu to indenizarei quando voltar.  Qual destes três te parece ter sido o próximo do homem  que caiu nas mãos dos salteadores? Respondeu-lhe o intérprete da Lei: O que usou de misericórdia  para com ele. Então, lhe disse: Vai e procede tu de igual modo. Apesar de ser uma parábola (inventada por Cristo para ensinar uma lição), era perfeitamente real e rotineira para a época e lugar.  Na história do bom samaritano, ilustra Cristo a natureza do verdadeiro cristão. Mostra que consiste, não em sistemas, credos ou ritos, mas no cumprimento de atos de amor, no proporcionar aos outros o maior bem, na genuína bondade.  Cristo é o bom samaritano, nós os moribundos.