sábado, 28 de dezembro de 2013

TEMPOS MAUS


 


 Portanto, o que for prudente guardará silêncio naquele tempo, porque o tempo será mau (Amós 5.13).

A prudência é uma virtude que nos faz ver o perigo e afastar-nos dele. Os tolos vêem o que o inimigo lhes está preparando, mas não se desviam (Provérbio 14.16). Há um período para guardar silêncio, e são poucos os que o fazem. Fechar a boca no tempo mau  é a recomendação dos Céus. Diante de um ataque do adversário, devemos apenas falar o que nos foi concedido pelo Espírito do Senhor, por meio das Escrituras.


Se há algo que precisamos buscar de Deus é a prudência. Com ela, conseguimos perceber os perigos e evitá-los (Provérbio 27.12).

São muitas as ciladas que o adversário arma diante de nós, pois, para ele, o que interessa é a nossa destruição. Ele se  ressente da nossa posição em Cristo, de termos sido feitos filhos de Deus e sermos herdeiros Seus e co-herdeiros com Cristo. O  diabo sabe o que nos está preparado e o que seremos por toda a eternidade.



 As pessoas que não têm juízo acham que somos exagerados e não precisamos ter o cuidado que temos. Elas chegam a ver algumas  armadilhas colocadas pelo adversário, mas não fazem nada. O resultado: vivem caindo e se machucando. Ver o que está posto contra nós e não se desviar é tolice.


Quem não guarda silêncio no tempo mau sofre muitas dores. Diz a Palavra que há tempo para tudo; tanto para ficar em silêncio quanto para falar (Eclesiastes 3.1-8). Quem disser algo fora do tempo terá problemas, e quem não falar algo na época certa  deixará de ser abençoado.


Em qualquer situação, o correto é obedecer ao Senhor, que, como nosso Pai, quer o melhor para nós. Se Ele não nos dá a Palavra, ficar calado é o recomendado. Se, porém, Ele coloca em nossa boca o que dizer, declará-lo é o mais acertado.


O erro que levou o apóstolo Pedro a negar Cristo foi o fato de ter falado o que não devia para o Senhor. Ao alertá-lo de que satanás havia pedido que o cirandasse, Jesus estava revelando a Pedro algo sério (Lucas 22.31,32). Pelo menos, o discípulo deveria ter agradecido e entrado em oração, mas se julgou forte o suficiente e proferiu aquilo que o Senhor não lhe dera.

Resultado: antes que o galo cantasse, ele negou três vezes que conhecia Jesus (Mateus 26.33-35, 69-75).


Meu irmão, fale somente o que estiver de acordo com o que o Altíssimo diz. Pronunciar alguma coisa sem a direção divina não somente é temerário, mas também tolice. Nossas palavras precisam estar revestidas da Palavra de Deus para produzirem o resultado que desejamos.

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